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Blog - Notícias Anteriores - Fevereiro 2026
Fonte: Agência Câmara
O abono anual é destinado a segurados e dependentes da Previdência Social que receberam durante o ano: - Aposentadoria; - Pensão por morte; - Auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença); - Auxílio-acidente; - Auxílio-reclusão.
O pagamento do 13º salário obedece o cronograma de pagamento dos benefícios do INSS, entre os últimos dias de cada mês e início do seguinte.
Fonte: Agência O Globo
No campo dos custos operacionais, o argumento empresarial de que o fim da escala 6×1 provocaria uma espiral inflacionária ignora a realidade contábil acumulada nos últimos anos. Enquanto a Fecomercio-SP fala em um acréscimo de 22% no custo da hora trabalhada, o Cesit destaca que houve uma queda de 3,6% no custo unitário do trabalho na indústria entre 2012 e 2019. Esse dado revela a existência de uma robusta “gordura” financeira gerada por ganhos de produtividade que jamais foram repassados aos salários dos trabalhadores.
A projeção da Fiemg de que 18 milhões de vagas seriam extintas ignora a lógica elementar de reposição de mão de obra. O contra-argumento do Cesit aponta que a transição para escalas como 5×2 ou 4×3 possui um potencial intrínseco de geração de postos de trabalho para suprir as horas liberadas, o que elevaria a massa salarial e, por consequência, o consumo interno.
A retórica empresarial frequentemente utiliza exemplos como México e China para justificar a manutenção de jornadas extensas, mas o faz de forma seletiva e desatualizada. O Brasil já ostenta uma das maiores cargas horárias anuais do planeta: 1.936 horas, ocupando a 4ª posição no ranking da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). No entanto, com uma produtividade que estagnou a apenas 23% da verificada nos Estados Unidos.
Um dos pontos mais sensíveis é o uso das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) como “escudo” para os interesses das grandes corporações. Alega-se que o fim da 6×1 inviabilizaria os pequenos negócios, responsáveis por 80% dos empregos formais. Todavia, os dados do Sebrae citados pelo Cesit mostram que a taxa de mortalidade de 21,6% das MPEs nos primeiros cinco anos decorre de falhas de gestão e da concorrência desleal das grandes redes, não da jornada de trabalho. São justamente as grandes corporações que sufocam as pequenas empresas via escala de mercado. O fim da 6×1, ao contrário do que apregoa o pânico patronal, fomenta o consumo local e de bairro, uma vez que o trabalhador passa a ter mais renda circulante e tempo para o lazer e a convivência comunitária.
Fonte: Portal Vermelho
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Agência Sindical
Fonte: Rádio Peão Brasil
O debate sobre o fim da jornada 6x1 foi adotado como prioridade na agenda legislativa do governo para o ano de 2026. As duas principais propostas sobre o tema na Câmara dos Deputados, as PECs 8/2025 e 221/2019, estavam em debate no ano anterior em uma subcomissão vinculada à Comissão de Trabalho, onde enfrentada dificuldades para avançar.
Fonte: Congresso em Foco
- Acesso à educação e informação a empregadores e pessoas consideradas vulneráveis; - Aumento da fiscalização esforços para que serviços de inspeção do trabalho sejam fortalecidos; - Proteção de pessoas, principalmente de trabalhadores migrantes, contra práticas abusivas e fraudulentas nos processos de recrutamento; - Fortalecimento dos setores público e privado que atuam na prevenção; e - Ações para abordar as causas profundas e os fatores que aumentam o risco de trabalho forçado ou compulsório. Fonte: Agência Brasil
Fonte: Agência Senado
A nova regra não é direcionada ao Brasil. A tarifa é global. Porém, o impacto varia de acordo com os produtos exportados por cada país.
A lista de isenção é ampla e contempla desde
matérias-primas básicas até manufaturados de alto
valor agregado. Veja os principais produtos que
escaparam da tarifa extra:
Minérios e minerais Carvão e derivados - Carvão antracite e betuminoso - Lignite, turfa, coque e semicoque de hulha - Gás de hulha e gases similares
Gases e derivados petroquímicos - Gás natural liquefeito (GNL) - Propano liquefeito - Butanos liquefeitos - Etileno, propileno, butileno e butadieno liquefeitos - Gás natural em estado gasoso - Outros hidrocarbonetos gasosos
- Óleos brutos e derivados de petróleo - Combustíveis automotivos e de aviação - Óleos e graxas lubrificantes - Vaselina, parafina e ceras minerais
Energia e insumos industriais -Energia elétrica - Silício e compostos inorgânicos - Hidróxido de potássio - Óxido de alumínio - Compostos químicos clorados
- Fertilizantes NPK - Fertilizantes com fósforo ou potássio - Produtos químicos industriais diversos
Madeira e celulose - Madeira tropical - Polpas químicas de madeira - Polpas de papel e fibras vegetais
Metais e produtos ferrosos - Ouro não monetário - Barras de prata/dorê - Ferro-gusa - Ferroníquel - Ferronióbio - Produtos ferrosos reduzidos diretamente - Sucata e resíduos metálicos
- Peças e componentes de aeronaves civis - Tubos, canos e mangueiras rígidas - Pneus para aeronaves - Artigos de plástico - Acessórios industriais e componentes de máquinas
- Helicópteros - Aviões e aeronaves motorizadas - Aeronaves não tripuladas
Por que esses itens ficaram de fora? A decisão americana não foi aleatória. Ela segue uma lógica econômica e estratégica.
- aumento imediato da inflação doméstica; - desorganização de cadeias produtivas; - pressão sobre setores considerados estratégicos.
O que isso significa para a economia brasileira A inclusão de minério de ferro, combustíveis, celulose, fertilizantes e aeronaves entre os isentos reduz o impacto direto sobre setores que concentram grande parte das exportações brasileiras aos EUA.
Durante o período de maior tensão comercial, o Brasil foi submetido a uma combinação de tarifas: uma alíquota "recíproca" de 10%, sobretaxas adicionais que chegaram a 40% sobre diversos produtos e a manutenção de medidas setoriais, como as aplicadas via Seção 232 (aço e alumínio). Isso levou a tarifa média efetiva incidente sobre exportações brasileiras a patamar significativamente superior à média global.
Fonte: Congresso em Foco
"Estamos discutindo no Brasil o fim da chamada jornada seis por um, para assegurar que o trabalhador tenha dois dias de descanso semanal. A tecnologia nos permitiu atingir níveis inimagináveis de produtividade. É hora de pensar no bem-estar das pessoas", declarou o presidente.
O debate sobre o fim da jornada 6x1 foi adotado como prioridade na agenda legislativa do governo para o ano de 2026. Os dois principais projetos sobre o tema na Câmara dos Deputados, as PECs 8/2025 e 221/2019, foram transferidas pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o presidente Leur Lomanto Jr (União-BA) afirmou que pretende conduzir o debate de forma equilibrada.
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Jota
Fonte: Agência Senado
Fonte: Agência Sindical
Fonte: Diap
A agenda econômica desenhada para 2026 repete o coração do bolsonarismo: austeridade fiscal, privatizações, desregulamentação e redução do papel do Estado.
Diferente de 2022, quando costumes e guerra cultural dominaram o debate, o bolsonarismo de 2026 tenta deslocar o eixo para a segurança pública.
Outro movimento tático é reformular a política social sem abandoná-la formalmente. A proposta bolsonarista aponta para programas de transferência de renda vinculados à digitalização e à chamada “inclusão produtiva”.
No plano político, o bolsonarismo mantém seu motor principal: a narrativa de perseguição.
Flávio Bolsonaro tenta operar como face menos intempestiva do bolsonarismo. Herdeiro com tom controlado, sem os arroubos do pai. Mas a história recente ensina: moderação estética não significa moderação política.
A aproximação com Milei não é casual. É afinidade ideológica. O bolsonarismo vê na Argentina laboratório do que deseja para o Brasil: ajuste fiscal severo, Estado social encolhido, conflito político como método e conservadorismo como cola cultural.
Fonte: Diap
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Consultor Jurídico
Não aceitaremos que a América do Sul se transforme em laboratório de experimentos ultraliberais que concentram renda, fragilizam direitos e aprofundam desigualdades.
Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) Miguel Torres, presidente da Força Sindical Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores) Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) Fonte: NCST
Fonte: CNN Brasil
As unidades da federação (UF) que alcançaram a taxa mínima de desemprego foram: Mato Grosso: 2,2% Santa Catarina: 2,3% Mato Grosso do Sul: 3% Espírito Santo: 3,3% Paraná: 3,6% Rio Grande do Sul: 4% Minas Gerais: 4,6% Goiás: 4,6% Tocantins: 4,7% São Paulo: 5% Paraíba: 6% Ceará: 6,5% Pará: 6,8% Maranhão: 6,8% Distrito Federal: 7,5% Amapá: 7,9% Sergipe: 7,9% Rio Grande do Norte: 8,1% Amazonas: 8,4% Bahia: 8,7%
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/dezenove-estados-e-df-tem-em-2025-o-menor-desemprego-ja-registrado
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Estadão Conteúdo
Fonte: MTE
A proposta deixa claro que a isenção das contribuições incidentes sobre as horas extras não prejudicará outros direitos do trabalhador. O cálculo de férias, 13º salário e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) continuará com base na remuneração total, incluindo as horas extras.
O projeto será analisado, de forma conclusiva, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
Fonte: Contratuh
Pela deliberação dos ministros, fica mantido o atual cálculo que determina a correção com juros de 3% ao ano, o acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR. A soma deve garantir a correção pelo IPCA.
Criado em 1966 para substituir a garantia de estabilidade no emprego, o fundo funciona como uma poupança compulsória e proteção financeira contra o desemprego. No caso de dispensa sem justa causa, o empregado recebe o saldo do FGTS, mais multa de 40% sobre o montante.
Fonte: Agência Brasil
Entre as organizações que já confirmaram participação, destaca-se a Unión Tranviarios Automotor, entidade que representa motoristas de ônibus.
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: CNN Brasil
As empresas com 100 ou mais empregados têm até o dia 28 de fevereiro para preencher as informações complementares do Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, conforme determina a Lei de Igualdade Salarial.
Fonte: MTE
A ação foi ajuizada por uma microempresa do setor de fretamento de Ipiranga (PR) a fim de obter permissão judicial de comparecer e votar em assembleia realizada em 22 de junho de 2021 pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento de Curitiba e Municípios do Paraná (Sinfretiba). Segundo ela, a assembleia trataria da celebração de convenção coletiva de trabalho.
O pedido foi julgado improcedente na primeira e na segunda instância. Prevaleceu o entendimento de que o artigo 612 da CLT limita o voto, em assembleia destinada à deliberação de instrumentos coletivos, aos associados do sindicato, e que a liberdade de associação prevista na Constituição não obriga a entidade a estender aos não filiados os mesmos direitos internos dos associados.
Processo: Ag-AIRR-496-94.2021.5.09.0041 Fonte: TST
Embora a PEC trate da redução para 36 horas semanais, especialistas ouvidos pela reportagem consideram essa meta de difícil implementação imediata.
Já Adriana Marcolino, diretora técnica do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), avalia que os impactos estimados pelos estudos consideram um cenário estático.
No movimento sindical — como você vem acompanhando nas coberturas do Rádio Peão Brasil (RPB) sobre a luta pelo fim da escala 6×1 e pela jornada de 40 horas semanais — a avaliação predominante é de que eventuais mudanças devem considerar as especificidades de cada setor e ser implementadas por meio de negociação coletiva.
Fonte: Rádio Peão Brasil
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/pesquisa-diz-que-73-dos-brasileiros-apoiam-fim-da-escala-6x1
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Diap
Processo: Rcl 7.8513 Veja a decisão. Fonte: Migalhas
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Agência Sindical
A direita bolsonarista costuma repetir que “não existe almoço grátis”. É verdade, em parte. Trata-se de bordão útil. Mas profundamente seletivo.
O bolsonarismo se vende como defensor do “Estado mínimo”. Mas, na prática, defende Estado mínimo apenas para políticas redistributivas.
Há ainda componente central: o voto bolsonarista tornou-se, em muitos casos, estratégia automática de oposição.
Talvez o aspecto mais perverso seja o discurso que criminaliza o beneficiário.
Deputados são eleitos para representar o povo. Mas parte da extrema-direita parlamentar representa, antes, coalizão de interesses: mercado, agroexportação, setores empresariais, moralismo punitivo e guerra cultural.
____________________ Fonte: Diap
é a ampliação da isenção do Imposto de Renda
Fonte: Estadão Conteúdo
Conforme é destacado, dos quase 43 milhões (42.821.237 trabalhadores) de celetistas na Rais 2023 que tinham jornada declarada, 74% (31.779.457) tinham jornada de 44 horas semanais. Outros 9% (3.713.821) tinham jornada de 40 horas, 11% (4.573.079) jornada de até 36 horas e 3% (1.157.386) com jornadas acima de 44 horas. Portanto, se presume que 77% tinham jornadas extenuantes acima de 40 horas.
*Com informações Ipea Fonte: Portal Vermelho
Fonte: Agência Senado
Confira a íntegra da proposta. Fonte: Congresso em Foco
Índice O INPC apura o custo de vida para famílias que recebem de um a cinco salários mínimos. Atualmente, o mínimo é de R$ 1.621.
Fonte: Agência Brasil
Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) Miguel Torres, presidente da Força Sindical Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores) Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) Fonte: NCST
Fonte: Agência Sindical
Ao analisar o recurso, o relator, desembargador Celso Peel, rejeitou a tese do sindicato e se concentrou na irregularidade formal da convocação. O acórdão destacou que o artigo 612 da CLT exige que os sindicatos celebrem convenções mediante deliberação de assembleia “especialmente convocada para esse fim”. A análise documental provou que o edital não listava a criação da contribuição.
Clique aqui para ler o acórdão Processo 1000619-86.2025.5.02.0443 Fonte: Consultor Jurídico
A proposta da deputada também faculta a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Congresso em Foco
Presidente da Força Sindical, Miguel Torres afirmou ao jornal Folha de São Paulo, que a correlação de forças no Congresso tem dificultado avanços em direitos trabalhistas. “É sempre um sufoco quando tem pautas ligadas aos trabalhadores no Congresso. Se nada for feito hoje, vai ficar ainda pior”, declarou.
A atividade contará com uma programação extensa ao longo do dia, combinando análise política, debate estratégico e orientações práticas de mobilização. A recepção dos participantes está marcada para as 8h30, com acolhida e café.
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Brasil247
Fonte: NCST
A partir da decisão, cláusulas de contribuição assistencial tendem a ressurgir — ou a ganhar novo fôlego — em acordos e convenções Brasil afora, especialmente em categorias em que a negociação coletiva é intensa e os custos de mobilização são elevados. Empresas e sindicatos são chamados a dar concretude ao direito de oposição, que não pode ser reduzido a um formalismo simbólico. Prazos exíguos, exigência de comparecimento presencial em horários restritos ou mecanismos que, na prática, inviabilizem a manifestação individual tendem a ser questionados judicialmente, sob a alegação de violação à própria tese firmada pelo STF.
Fonte: Consultor Jurídico
Fonte: NCST
Leia o artigo completo do presidente Chicão no Poder360. Clique aqui
Fonte: Eletricitários
Competência da Justiça: ponto central A estratégia jurídica delineada pelo PGR pode ter efeito profundo na rotina dos tribunais. Determinar que a Justiça Comum seja a instância adequada para analisar contratos civis e comerciais de prestação de serviços retira da esfera trabalhista — historicamente mais sensível à proteção do trabalhador — a atribuição de decidir sobre vínculos que envolvem direitos fundamentais como férias, 13º salário, FGTS e jornada de trabalho.
Entidades como o MPT (Ministério Público do Trabalho) e procuradores especialistas em direito laboral denunciam que decisões judiciais e o posicionamento do STF sob a relatoria de Mendes têm se alinhado à narrativa que fragiliza a proteção social consagrada pela CLT.
Críticos apontam que a consolidação da pejotização e o deslocamento das disputas para a Justiça Comum podem aprofundar a precarização do trabalho no Brasil, retirando garantias como limites de jornada, descanso remunerado e proteção previdenciária.
O julgamento do ARE 1.532.603 no STF é aguardado com atenção por magistrados, advogados e movimentos sociais.
Para críticos, não se trata apenas de embate técnico sobre competência judicial, mas de disputa pelo significado do trabalho no Brasil: ser protegido por direitos sociais ou ser tratado como simples prestação de serviços contratualizados sem garantias?
Fonte: Diap
Fonte: Rádio Peão Brasil
Pelo texto, a aposentadoria especial poderá ser concedida quando o trabalhador alcançar a seguinte combinação de idade e tempo de contribuição em atividade de risco: - 40 anos de idade: para quem tiver 15 anos de contribuição em atividade especial (geralmente frentes de produção no subsolo). - 45 anos de idade: para quem tiver 20 anos de contribuição em atividade especial (afastado da frente de produção). - 50 anos de idade: para quem tiver 25 anos de contribuição em atividade especial.
Atividade insalubre A autora do projeto, deputada Ana Paula Lima (PT-SC), argumenta que a atividade de mineração subterrânea é altamente insalubre, sujeitando os trabalhadores a doenças graves como silicose, neoplasias e surdez, além de alto risco de acidentes fatais.
O projeto também cria uma regra específica para quem já trabalhava no setor entre a Reforma da Previdência (novembro de 2019) e a aprovação desta nova lei. Para este grupo, as idades mínimas variam ligeiramente (40, 45 e 48 anos), dependendo do grau de exposição e localização no subsolo.
A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à análise do Plenário. Fonte: Agência Câmara
- Tema: Análise da conjuntura e das pautas no Congresso Nacional que podem impactar a classe trabalhadora (2026) - Transmissão: Canal do YouTube do IEA - Inscrições: Público e gratuito, com inscrição prévia (não haverá certificação) - Organização: Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA
- Análise da Conjuntura e das Pautas no Congresso Nacional que Podem Impactar a Classe Trabalhadora (2024) - Análise da Conjuntura e das Pautas no Congresso Nacional que Podem Impactar a Classe Trabalhadora (2025)
Fonte: Diap
“As mudanças climáticas já impactam diretamente o cotidiano dos trabalhadores que atuam a céu aberto. Atualizar a NR-21 é uma medida urgente para garantir proteção, prevenção e dignidade no ambiente de trabalho.”
Fonte: NCST
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/nao-ha-mais-razao-para-manter-escala-6x1-e-jornada-de-44h-diz-senador
Fonte: Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil Fonte: NCST
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Agência Sindical
Suspensão de processos e debate sobre contratos PJ põem em tensão direitos trabalhistas, segurança jurídica e mercado e relações de trabalho
Em abril de 2025, o ministro Gilmar Mendes, relator do Tema 1389, determinou que todos os processos em curso que discutem o reconhecimento de vínculo empregatício em contratos de prestação de serviços via pessoa jurídica sejam colocados em espera até o julgamento final.
Enquanto a Justiça do Trabalho tende a reconhecer vínculos empregatícios quando houver fraude — aplicando o princípio da primazia da realidade — o STF tem demonstrado maior abertura à liberdade de organização econômica e à flexibilização contratual em precedentes recentes.
Em outubro de 2025, audiência pública no STF reuniu ministros do Trabalho e da AGU (Advocacia-Geral da União), que defenderam que a pejotização pode corroer direitos trabalhistas e o sistema de Seguridade Social.
Especialistas apontam que a decisão do Supremo afeta mercados inteiros — da tecnologia à saúde — e empresas que adotam modelos de contratação alternativos, gerando incerteza jurídica enquanto o Tema 1389 não for decidido.
Especialistas ouvidos por fontes jurídicas afirmam que o julgamento do STF não apenas definirá a legalidade da pejotização, mas também os limites entre autonomia contratual e proteção social constitucionalmente garantida. Isso poderá impactar profundamente as relações de trabalho e emprego no Brasil.
Fonte: Diap
Fonte: Agência Senado
Para Lindbergh, o fim da escala 6x1 será a próxima grande bandeira do governo após o avanço de medidas voltadas ao aumento da renda das famílias. Segundo ele, o debate passa a ocupar espaço central na discussão política nacional.
Atualmente, o debate sobre o fim da escala 6x1 no Congresso está concentrado em propostas de emenda à Constituição que reduzem a jornada semanal sem corte salarial. Na Câmara, a principal iniciativa é a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que limita a semana de trabalho a quatro dias, com três de descanso. No Senado, a PEC 148/2015, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), segue linha semelhante.
O líder do PT também sinalizou um ambiente mais favorável ao diálogo entre o Planalto e a Câmara dos Deputados. Segundo ele, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem demonstrado disposição para avançar em pautas de interesse do governo.
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Estadão Conteúdo
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), por sua vez, elencou as principais prioridades de votação na Casa. Entre elas estão a MP do Gás para o Povo (MP 1.313/2025), voltada à ampliação do acesso ao gás e à redução de custos para a população; a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025); as propostas de emenda à Constituição que tratam da redução da jornada de trabalho (PEC 8/2025 e PEC 148/2015); o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia; o marco legal da Inteligência Artificial (PL 2.338/2023); a MP dos Data Centers (MP 1.318/2025), que busca estimular investimentos em infraestrutura digital; e o projeto que trata da regulamentação do trabalho em aplicativos (PLP 152/2025), tema central no debate sobre as novas formas de relação de trabalho.
Já o presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), utilizou a abertura do ano legislativo para enfatizar entregas recentes ao país, entre elas a aprovação da reforma tributária e de sua regulamentação, além da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até cinco mil reais. Ao tratar de temas estruturantes, Alcolumbre destacou ainda a necessidade de as Casas legislativas construírem consensos para avançar em uma agenda que responda às demandas da sociedade brasileira.
No âmbito da organização interna da Câmara dos Deputados, após acordo proposto pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), em reunião de líderes, ficou decidido que as comissões permanentes permanecerão sob o comando dos mesmos partidos do ano passado.
Fonte: Diap
No ano passado, a indústria apresentou crescimento em duas das quatro grandes categorias econômicas: - bens de consumo duráveis: 2,5% - bens intermediários (componentes ou produtos transformados usados para fabricar outros bens): 1,5% - bens de consumo semi e não duráveis: -1,7% - bens de capital (máquinas e equipamentos): -1,5%
Das 25 atividades pesquisadas pelo IBGE, 15 apresentaram avanço, com destaque para indústrias extrativas (4,9%) e produtos alimentícios (1,5%). Em 2025, foi registrada alta na produção em 49,6% dos 789 produtos pesquisados pelo IBGE.
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/industria-fecha-2025-com-alta-de-06-pressionada-pelos-juros-altos
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Congresso em Foco
- Isaías Dalle (EBC) - Paula Montagner (Ministério do Trabalho e Emprego) - Patrícia Pelatieri (Dieese)
Fonte: MTE
Fiscalização inédita, decisões no STF e novas regras de negociação coletiva redesenham as relações de trabalho no Brasil
A partir de 26 de maio, a NR 1 (Norma Regulamentadora 1) passa a incluir riscos psicossociais, como assédio moral, metas abusivas e sobrecarga de trabalho. Empresas deverão prevenir e gerenciar esses fatores.
O STF analisa casos que podem uniformizar o entendimento sobre contratos PJ. Processos estão suspensos por decisão do relator, ministro Gilmar Mendes.
O julgamento no STF foi iniciado, mas está suspenso. A tendência, segundo advogados, é não reconhecer vínculo empregatício, mas criar regras específicas, especialmente sobre Previdência e proteção contra acidentes.
O Congresso avançou no debate em 2025. O modelo com maior chance de aprovação, segundo apuração do Jota, é a jornada 5x2 (40 horas semanais), e não o 4x3 defendido por movimentos sociais.
O TST definiu que a recusa arbitrária em negociar permite a instauração de dissídio coletivo, mesmo sem acordo entre sindicatos.
2026 tende a ser ano decisivo para o Direito do Trabalho no Brasil, com mudanças estruturais que envolvem saúde mental, novas formas de contratação, reorganização da jornada de trabalho e redefinição do papel da Justiça nas negociações coletivas.
Fonte: Diap
Fonte: Agência Sindical
Em 2025, a isenção ia apenas até dois salários mínimos (R$ 3.036). Agora, quem tem renda mensal de até R$ 5 mil aproveita isenção total do Imposto de Renda. Na prática, quem ganha até R$ 5 mil pode economizar até R$ 4 mil por ano, considerando o décimo terceiro salário.
Salário de R$ 5.500: imposto mensal cai cerca de 75%; Salário de R$ 6.500: economia aproximada de R$ 1.470 por ano; Salário de R$ 7.000: economia em torno de R$ 600 por ano.
Para compensar a perda de arrecadação, quem ganha a partir de R$ 50 mil por mês passará a pagar mais Imposto de Renda, assim como parte das pessoas que recebem dividendos (parcela de lucro das empresas distribuídas aos acionistas). Renda anual acima de R$ 600 mil (R$ 50 mil/mês): alíquota progressiva de até 10%. Renda acima de R$ 1,2 milhão por ano: alíquota mínima efetiva de 10%.
Apesar da isenção e da redução do imposto já aparecerem no contracheque em 2026, o contribuinte continuará obrigado a declarar o Imposto de Renda no próximo ano, caso se enquadre nos critérios de obrigatoriedade. Isso porque a declaração entregue em 2026 se refere ao ano-base 2025, período em que a nova tabela ainda não estava em vigor.
*Com informações da Agência Brasil Fonte: Agência O Globo
Matéria completa: https://www.camara.leg.br/noticias/1241422-projeto-assegura-a-trabalhador-15-dias-remunerados-para-cuidar-de-familiar-doente/ Fonte: Agência Câmara
Fonte: Agência Sindical
O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.
Na taxa anual, o Brasil registrou os seguintes contingentes: - Desocupados: 6,2 milhões de pessoas, queda de cerca de 1 milhão (-14,5%) na comparação com 2024 - Empregados da iniciativa privada sem carteira assinada: 13,8 milhões (queda de 0,8% ante 2024); - Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões (-4,4%); - Conta própria: 26,1 milhões – o maior já registrado.
A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.
A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.
Fonte: Agência Brasil
Duas propostas que tratam do fim da escala 6x1 estão em debate avançado no Congresso Nacional: uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado.
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Congresso em Foco
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