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Blog - Notícias Anteriores - Fevereiro 2026
Fonte: Estadão Conteúdo
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), por sua vez, elencou as principais prioridades de votação na Casa. Entre elas estão a MP do Gás para o Povo (MP 1.313/2025), voltada à ampliação do acesso ao gás e à redução de custos para a população; a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025); as propostas de emenda à Constituição que tratam da redução da jornada de trabalho (PEC 8/2025 e PEC 148/2015); o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia; o marco legal da Inteligência Artificial (PL 2.338/2023); a MP dos Data Centers (MP 1.318/2025), que busca estimular investimentos em infraestrutura digital; e o projeto que trata da regulamentação do trabalho em aplicativos (PLP 152/2025), tema central no debate sobre as novas formas de relação de trabalho.
Já o presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), utilizou a abertura do ano legislativo para enfatizar entregas recentes ao país, entre elas a aprovação da reforma tributária e de sua regulamentação, além da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até cinco mil reais. Ao tratar de temas estruturantes, Alcolumbre destacou ainda a necessidade de as Casas legislativas construírem consensos para avançar em uma agenda que responda às demandas da sociedade brasileira.
No âmbito da organização interna da Câmara dos Deputados, após acordo proposto pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), em reunião de líderes, ficou decidido que as comissões permanentes permanecerão sob o comando dos mesmos partidos do ano passado.
Fonte: Diap
No ano passado, a indústria apresentou crescimento em duas das quatro grandes categorias econômicas: - bens de consumo duráveis: 2,5% - bens intermediários (componentes ou produtos transformados usados para fabricar outros bens): 1,5% - bens de consumo semi e não duráveis: -1,7% - bens de capital (máquinas e equipamentos): -1,5%
Das 25 atividades pesquisadas pelo IBGE, 15 apresentaram avanço, com destaque para indústrias extrativas (4,9%) e produtos alimentícios (1,5%). Em 2025, foi registrada alta na produção em 49,6% dos 789 produtos pesquisados pelo IBGE.
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/industria-fecha-2025-com-alta-de-06-pressionada-pelos-juros-altos
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Congresso em Foco
- Isaías Dalle (EBC) - Paula Montagner (Ministério do Trabalho e Emprego) - Patrícia Pelatieri (Dieese)
Fonte: MTE
Fiscalização inédita, decisões no STF e novas regras de negociação coletiva redesenham as relações de trabalho no Brasil
A partir de 26 de maio, a NR 1 (Norma Regulamentadora 1) passa a incluir riscos psicossociais, como assédio moral, metas abusivas e sobrecarga de trabalho. Empresas deverão prevenir e gerenciar esses fatores.
O STF analisa casos que podem uniformizar o entendimento sobre contratos PJ. Processos estão suspensos por decisão do relator, ministro Gilmar Mendes.
O julgamento no STF foi iniciado, mas está suspenso. A tendência, segundo advogados, é não reconhecer vínculo empregatício, mas criar regras específicas, especialmente sobre Previdência e proteção contra acidentes.
O Congresso avançou no debate em 2025. O modelo com maior chance de aprovação, segundo apuração do Jota, é a jornada 5x2 (40 horas semanais), e não o 4x3 defendido por movimentos sociais.
O TST definiu que a recusa arbitrária em negociar permite a instauração de dissídio coletivo, mesmo sem acordo entre sindicatos.
2026 tende a ser ano decisivo para o Direito do Trabalho no Brasil, com mudanças estruturais que envolvem saúde mental, novas formas de contratação, reorganização da jornada de trabalho e redefinição do papel da Justiça nas negociações coletivas.
Fonte: Diap
Fonte: Agência Sindical
Em 2025, a isenção ia apenas até dois salários mínimos (R$ 3.036). Agora, quem tem renda mensal de até R$ 5 mil aproveita isenção total do Imposto de Renda. Na prática, quem ganha até R$ 5 mil pode economizar até R$ 4 mil por ano, considerando o décimo terceiro salário.
Salário de R$ 5.500: imposto mensal cai cerca de 75%; Salário de R$ 6.500: economia aproximada de R$ 1.470 por ano; Salário de R$ 7.000: economia em torno de R$ 600 por ano.
Para compensar a perda de arrecadação, quem ganha a partir de R$ 50 mil por mês passará a pagar mais Imposto de Renda, assim como parte das pessoas que recebem dividendos (parcela de lucro das empresas distribuídas aos acionistas). Renda anual acima de R$ 600 mil (R$ 50 mil/mês): alíquota progressiva de até 10%. Renda acima de R$ 1,2 milhão por ano: alíquota mínima efetiva de 10%.
Apesar da isenção e da redução do imposto já aparecerem no contracheque em 2026, o contribuinte continuará obrigado a declarar o Imposto de Renda no próximo ano, caso se enquadre nos critérios de obrigatoriedade. Isso porque a declaração entregue em 2026 se refere ao ano-base 2025, período em que a nova tabela ainda não estava em vigor.
*Com informações da Agência Brasil Fonte: Agência O Globo
Matéria completa: https://www.camara.leg.br/noticias/1241422-projeto-assegura-a-trabalhador-15-dias-remunerados-para-cuidar-de-familiar-doente/ Fonte: Agência Câmara
Fonte: Agência Sindical
O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.
Na taxa anual, o Brasil registrou os seguintes contingentes: - Desocupados: 6,2 milhões de pessoas, queda de cerca de 1 milhão (-14,5%) na comparação com 2024 - Empregados da iniciativa privada sem carteira assinada: 13,8 milhões (queda de 0,8% ante 2024); - Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões (-4,4%); - Conta própria: 26,1 milhões – o maior já registrado.
A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.
A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.
Fonte: Agência Brasil
Duas propostas que tratam do fim da escala 6x1 estão em debate avançado no Congresso Nacional: uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado.
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Congresso em Foco
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