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Blog - Últimas Notícias
Fonte: Agência Brasil
Não é a primeira vez que o setor empresarial reage dessa forma. Argumentos semelhantes foram mobilizados contra o aumento real do salário mínimo, contra a redução da jornada de 48 para 44 horas na Constituição de 1988 e contra a ampliação de direitos trabalhistas ao longo das décadas.
Outro ponto defendido é a diferenciação por setor. Embora tecnicamente plausível, o argumento pode funcionar como mecanismo de fragmentação da pauta, dificultando regra geral e mantendo o status quo em segmentos de maior resistência patronal.
O centro da questão permanece: a jornada atual de 44 horas semanais e a escala 6x1 refletem modelo produtivo que impõe longos períodos de trabalho com pouco tempo de descanso.
Fonte: Diap
Fonte: Diap
. 10 dias, a partir de 1º de janeiro de 2027; . 15 dias, a partir de 1º de janeiro de 2028; . 20 dias, a partir de 1º de janeiro de 2029.
Matéria completa: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/04/aumento-gradual-da-licenca-paternidade-vai-a-sancao-presidencial
Fonte: Agência Senado
Fonte: Congresso em Foco
ED-RR-10725-92.2015.5.03.0073 Fonte: Consultor Jurídico
Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em janeiro. Apenas o comércio apresentou queda de 56.800 postos, devido a sazonalidade. Os demais tiveram aumentos. - Serviços: 40.525 postos - Comércio: - 56.800 postos - Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 54.991 postos - Construção civil: 50.545 postos - Agropecuária: 23.0373
Em janeiro foram registrados saldos positivos em 18 das 27 unidades federativas , com destaque para Santa Catarina, com 19 mil postos de trabalho, seguido por Mato Grosso, com 18.731, e Rio Grande do Sul, com 18.421. Fonte: Agência Brasil
2. Um cenário internacional adverso, marcado por protecionismo e conflitos; 3. Forte polarização política e um centro político dividido, tensionando o ambiente interno.
2. A crise financeira recente, envolvendo o caso Master e suas conexões políticas; 3. O andamento da CPMI do INSS no Congresso e as operações da Polícia Federal; 4. Os efeitos do Carnaval de 2026, que homenageou Lula, gerando desgaste com parte do público evangélico; 5. A definição do adversário, entre Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, exigindo abordagens distintas na campanha; 6. As alianças com partidos de centro e centrão, que serão maioria no próximo Congresso.
*Jornalista, analista político e diretor de documentação do Diap. Fonte: Diap
- 10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei; - 15 dias no terceiro ano da lei; - 20 dias a partir do quarto ano da lei.
Fonte: Agência Senado
Caso o pedido de apensação seja deferido pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a tramitação conjunta das propostas pode ampliar o alcance das mudanças.
Pelo texto defendido pela ala Bolsonarista, caso o empregado reduza sua jornada, o salário e os direitos trabalhistas — como férias, 13º salário, FGTS e demais benefícios — serão calculados proporcionalmente às horas efetivamente trabalhadas.
A proposta reúne forte apoio de deputados ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente do PL e partidos de perfil conservador.
Fonte: Diap
Fonte: Agência Brasil
Diante desse cenário desafiador, a responsabilidade política recai sobre o movimento sindical: centrais, confederações, federações e sindicatos. As centrais divulgaram notas conjuntas em que defendem a jornada de 40 horas na escala 5x2 como prioridade absoluta.
Setores do comércio e serviços já atuam para frear a proposta. O argumento central é o aumento de custos e possível impacto na competitividade. Parlamentares ligados ao chamado “Centrão” ventilam transições que podem chegar a 10 anos.
O pano de fundo é estrutural. A última redução da jornada ocorreu com a Constituição de 1988. Desde então, a produtividade cresceu, a tecnologia avançou e o mercado de trabalho se reconfigurou, mas o limite constitucional permaneceu o mesmo.
- ampliar a formalização; - redistribuir horas excedentes; - melhorar indicadores de saúde laboral; e - dinamizar o consumo ao elevar a renda disponível e o tempo livre.
O movimento sindical enfrenta cenário desafiador, mas potencialmente decisivo. A tramitação já começou. O cronograma é curto. O quórum é alto. A resistência é organizada.
Fonte: Diap
Matéria completa: https://www.tst.jus.br/en/-/assedio-moral-e-sexual-numeros-registram-aumento-de-demandas-na-justica-do-trabalho
Fonte: TST
Fonte: Rádio Peão Brasil
O entendimento foi acompanhado pelo colegiado.
Processo: RR-0000123-04.2024.5.13.0023 Fonte: Migalhas
Fonte: Diap
Paulo Azi integra o União Brasil, partido que já manifestou resistência à formulação original apresentada pela deputada Erika Hilton (PSol-SP), autora da proposta.
Confederações empresariais e frentes parlamentares ligadas ao comércio, agronegócio e construção civil já se movimentam para evitar a aprovação célere do texto original.
O governo federal também acena com alternativa: substituir a PEC por projeto de lei em regime de urgência.
Nesse cenário, a correlação de forças extrapola o rito legislativo e à própria Casa parlamentar. Propostas de emenda à Constituição exigem quórum qualificado — 3/5 dos votos (308 deputados) em 2 turnos —, o que torna a mobilização externa elemento central da disputa.
Fonte: Diap
Fonte: Diap
Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores.
“Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes”, informou, acrescentando que para o cálculo, todos os moradores são considerados, incluindo os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/renda-domiciliar-capita-chega-r-2316-em-2025-diz-ibge Fonte: TST
Fonte: Agência Câmara
O abono anual é destinado a segurados e dependentes da Previdência Social que receberam durante o ano: - Aposentadoria; - Pensão por morte; - Auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença); - Auxílio-acidente; - Auxílio-reclusão.
O pagamento do 13º salário obedece o cronograma de pagamento dos benefícios do INSS, entre os últimos dias de cada mês e início do seguinte.
Fonte: Agência O Globo
No campo dos custos operacionais, o argumento empresarial de que o fim da escala 6×1 provocaria uma espiral inflacionária ignora a realidade contábil acumulada nos últimos anos. Enquanto a Fecomercio-SP fala em um acréscimo de 22% no custo da hora trabalhada, o Cesit destaca que houve uma queda de 3,6% no custo unitário do trabalho na indústria entre 2012 e 2019. Esse dado revela a existência de uma robusta “gordura” financeira gerada por ganhos de produtividade que jamais foram repassados aos salários dos trabalhadores.
A projeção da Fiemg de que 18 milhões de vagas seriam extintas ignora a lógica elementar de reposição de mão de obra. O contra-argumento do Cesit aponta que a transição para escalas como 5×2 ou 4×3 possui um potencial intrínseco de geração de postos de trabalho para suprir as horas liberadas, o que elevaria a massa salarial e, por consequência, o consumo interno.
A retórica empresarial frequentemente utiliza exemplos como México e China para justificar a manutenção de jornadas extensas, mas o faz de forma seletiva e desatualizada. O Brasil já ostenta uma das maiores cargas horárias anuais do planeta: 1.936 horas, ocupando a 4ª posição no ranking da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). No entanto, com uma produtividade que estagnou a apenas 23% da verificada nos Estados Unidos.
Um dos pontos mais sensíveis é o uso das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) como “escudo” para os interesses das grandes corporações. Alega-se que o fim da 6×1 inviabilizaria os pequenos negócios, responsáveis por 80% dos empregos formais. Todavia, os dados do Sebrae citados pelo Cesit mostram que a taxa de mortalidade de 21,6% das MPEs nos primeiros cinco anos decorre de falhas de gestão e da concorrência desleal das grandes redes, não da jornada de trabalho. São justamente as grandes corporações que sufocam as pequenas empresas via escala de mercado. O fim da 6×1, ao contrário do que apregoa o pânico patronal, fomenta o consumo local e de bairro, uma vez que o trabalhador passa a ter mais renda circulante e tempo para o lazer e a convivência comunitária.
Fonte: Portal Vermelho
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Agência Sindical
Fonte: Rádio Peão Brasil
O debate sobre o fim da jornada 6x1 foi adotado como prioridade na agenda legislativa do governo para o ano de 2026. As duas principais propostas sobre o tema na Câmara dos Deputados, as PECs 8/2025 e 221/2019, estavam em debate no ano anterior em uma subcomissão vinculada à Comissão de Trabalho, onde enfrentada dificuldades para avançar.
Fonte: Congresso em Foco
- Acesso à educação e informação a empregadores e pessoas consideradas vulneráveis; - Aumento da fiscalização esforços para que serviços de inspeção do trabalho sejam fortalecidos; - Proteção de pessoas, principalmente de trabalhadores migrantes, contra práticas abusivas e fraudulentas nos processos de recrutamento; - Fortalecimento dos setores público e privado que atuam na prevenção; e - Ações para abordar as causas profundas e os fatores que aumentam o risco de trabalho forçado ou compulsório. Fonte: Agência Brasil
Fonte: Agência Senado
A nova regra não é direcionada ao Brasil. A tarifa é global. Porém, o impacto varia de acordo com os produtos exportados por cada país.
A lista de isenção é ampla e contempla desde
matérias-primas básicas até manufaturados de alto
valor agregado. Veja os principais produtos que
escaparam da tarifa extra:
Minérios e minerais Carvão e derivados - Carvão antracite e betuminoso - Lignite, turfa, coque e semicoque de hulha - Gás de hulha e gases similares
Gases e derivados petroquímicos - Gás natural liquefeito (GNL) - Propano liquefeito - Butanos liquefeitos - Etileno, propileno, butileno e butadieno liquefeitos - Gás natural em estado gasoso - Outros hidrocarbonetos gasosos
- Óleos brutos e derivados de petróleo - Combustíveis automotivos e de aviação - Óleos e graxas lubrificantes - Vaselina, parafina e ceras minerais
Energia e insumos industriais -Energia elétrica - Silício e compostos inorgânicos - Hidróxido de potássio - Óxido de alumínio - Compostos químicos clorados
- Fertilizantes NPK - Fertilizantes com fósforo ou potássio - Produtos químicos industriais diversos
Madeira e celulose - Madeira tropical - Polpas químicas de madeira - Polpas de papel e fibras vegetais
Metais e produtos ferrosos - Ouro não monetário - Barras de prata/dorê - Ferro-gusa - Ferroníquel - Ferronióbio - Produtos ferrosos reduzidos diretamente - Sucata e resíduos metálicos
- Peças e componentes de aeronaves civis - Tubos, canos e mangueiras rígidas - Pneus para aeronaves - Artigos de plástico - Acessórios industriais e componentes de máquinas
- Helicópteros - Aviões e aeronaves motorizadas - Aeronaves não tripuladas
Por que esses itens ficaram de fora? A decisão americana não foi aleatória. Ela segue uma lógica econômica e estratégica.
- aumento imediato da inflação doméstica; - desorganização de cadeias produtivas; - pressão sobre setores considerados estratégicos.
O que isso significa para a economia brasileira A inclusão de minério de ferro, combustíveis, celulose, fertilizantes e aeronaves entre os isentos reduz o impacto direto sobre setores que concentram grande parte das exportações brasileiras aos EUA.
Durante o período de maior tensão comercial, o Brasil foi submetido a uma combinação de tarifas: uma alíquota "recíproca" de 10%, sobretaxas adicionais que chegaram a 40% sobre diversos produtos e a manutenção de medidas setoriais, como as aplicadas via Seção 232 (aço e alumínio). Isso levou a tarifa média efetiva incidente sobre exportações brasileiras a patamar significativamente superior à média global.
Fonte: Congresso em Foco
"Estamos discutindo no Brasil o fim da chamada jornada seis por um, para assegurar que o trabalhador tenha dois dias de descanso semanal. A tecnologia nos permitiu atingir níveis inimagináveis de produtividade. É hora de pensar no bem-estar das pessoas", declarou o presidente.
O debate sobre o fim da jornada 6x1 foi adotado como prioridade na agenda legislativa do governo para o ano de 2026. Os dois principais projetos sobre o tema na Câmara dos Deputados, as PECs 8/2025 e 221/2019, foram transferidas pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o presidente Leur Lomanto Jr (União-BA) afirmou que pretende conduzir o debate de forma equilibrada.
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Jota
Fonte: Agência Senado
Fonte: Agência Sindical
Fonte: Diap
A agenda econômica desenhada para 2026 repete o coração do bolsonarismo: austeridade fiscal, privatizações, desregulamentação e redução do papel do Estado.
Diferente de 2022, quando costumes e guerra cultural dominaram o debate, o bolsonarismo de 2026 tenta deslocar o eixo para a segurança pública.
Outro movimento tático é reformular a política social sem abandoná-la formalmente. A proposta bolsonarista aponta para programas de transferência de renda vinculados à digitalização e à chamada “inclusão produtiva”.
No plano político, o bolsonarismo mantém seu motor principal: a narrativa de perseguição.
Flávio Bolsonaro tenta operar como face menos intempestiva do bolsonarismo. Herdeiro com tom controlado, sem os arroubos do pai. Mas a história recente ensina: moderação estética não significa moderação política.
A aproximação com Milei não é casual. É afinidade ideológica. O bolsonarismo vê na Argentina laboratório do que deseja para o Brasil: ajuste fiscal severo, Estado social encolhido, conflito político como método e conservadorismo como cola cultural.
Fonte: Diap
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Consultor Jurídico
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