Publicação: 25/02/2025
Presidente da CNTI e
Diretor Nacional de Formação da NCST visita sede da Nova Central – SP

O Presidente da CNTI – Confederação Nacional dos Trabalhadores da
Indústria e Diretor Nacional de Formação Sindical e Qualificação
Profissional da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores, José
Reginaldo Inácio, visitou a sede da Nova Central – São Paulo e se reuniu
com representantes dos trabalhadores em empresas de celulose, papel e
papelão do Estado de São Paulo.
Na conversa com Eduardo Henrique Neves, presidente Sindicato dos
Trabalhadores Papeleiros de Guarulhos e Região e Secretário Regional
Sudeste da CNTI e o presidente da Federação do Papel dos Estados de SP e
MS, José Roberto Vieira da Silva Campos Júnior (Betinho), foi
apresentado a proposta de reativar o departamento da CNTI voltado as
entidades deste setor produtivo.
Reginaldo ressaltou a importância da indústria de um dos produtos mais
comercializados no mundo que além de sua ampla utilização em outras
cadeias produtivas, também é amplamente utilizado na comunicação. E que
seu crescimento contribui decisivamente na economia do País, que é
segundo maior produtor da polpa de celulose do mundo.
“Temos que atuar de forma coesa frente a indústria de celulose e papel
que tem uma importância gigantesca para a economia brasileira, só que os
trabalhadores e trabalhadoras, responsáveis em movimentar maquinários e
mercadorias neste setor, lamentavelmente, não são devidamente
valorizados no plano geral. Por isso que devemos atuar unidos para mudar
esta realidade”, disse Reginaldo.
Eduardo Henrique detalhou que livros, as caixas de papelão que armazena
compras online, o papel-toalha, o papel higiênico, as fraldas
descartáveis, dentre outros, são todos produtos considerados
indispensáveis vindos da preciosa celulose que se tornou uma
matéria-prima muito presente na vida cotidiana da maioria das pessoas.
Betinho aprovou a iniciativa de unificar cada vez mais a luta no setor,
que deve estar em sintonia com a atual conjuntura econômica e política
do país, que tem favorecido o seguimento que mais investe em suas
indústrias, porém, tais investimentos não acompanham e nem contemplam a
qualidade do emprego e renda da categoria.
Fonte: NCST/SP

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