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Blog - Notícias Anteriores - Abril 2026
Evento: DIÁLOGOS DIAP Data: 15 de maio Horário: 10h às 12h Local: Plataforma virtual (link enviado aos inscritos via WhatsApp)
https://www.diap.org.br/index.php?option=com_rsform&formId=9 Fonte: Diap
Fonte: CNN Brasil
Com a atualização da NR-1, as empresas passam a ter a obrigação de identificar fatores que possam causar adoecimento emocional, como excesso de cobranças, metas irreais, lideranças despreparadas e ambientes tóxicos.
Nesse contexto, o tema da saúde mental tem ganhado espaço crescente na atuação sindical. Diversos sindicatos já passaram a incluir o assunto nos debates cotidianos com a base e nas negociações coletivas, buscando estabelecer cláusulas que garantam ambientes de trabalho mais saudáveis e prevenção ao adoecimento.
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Agência Câmara
O estatuto explicita direitos dos aprendizes já previstos na CLT, como o vale-transporte, e amplia garantias. Entre elas, está a estabilidade para gestantes, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, com possibilidade de prorrogação do contrato nesse período.
Segundo a relatora, o estatuto busca fortalecer a política de aprendizagem como ferramenta de inclusão social e combate ao trabalho infantil. Dados do IBGE citados no debate mostram que 22,3% dos jovens entre 15 e 29 anos no Brasil não estudam nem trabalham.
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Diap
Fonte: Diap
CLIQUE AQUI E LEIA ESTUDO COMPLETO Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Agência Sindical
O chamado Tema 1389, em discussão no Supremo Tribunal Federal, gira em torno da validade e dos limites da contratação de trabalhadores como pessoas jurídicas: o que se apelidou de “pejotização”.
A chamada “pejotização” irrestrita — ou a contratação de trabalhador como se empresa fosse —, opera como atalho jurídico para contornar o Art. 7º. Ao transformar o trabalhador em prestador de serviços, elimina-se o pressuposto básico que aciona os direitos constitucionais: o vínculo de emprego.
Sem vínculo, a Consolidação das Leis do Trabalho perde o campo de incidência, isto é, efeito.
A Previdência Social depende de contribuições regulares vinculadas ao emprego formal.
O STF já vem sinalizando, em decisões anteriores, maior abertura a formas alternativas de contratação. A suspensão de processos sobre “pejotização”, em diferentes instâncias, criou ambiente ambíguo: contida no plano formal, mas expandida na prática.
Defensores da “pejotização” irrestrita invocam a liberdade contratual e a modernização das relações de trabalho.
O Tema 1389, portanto, não trata apenas de técnica jurídica. Trata de qual modelo de sociedade se pretende consolidar.
Fonte: Diap
Fonte: Rádio Peão Brasil
Um dos principais problemas apontados durante o debate, realizado na última terça-feira (14), é a falta de integração entre órgãos do governo. Atualmente, dados do Sistema Único de Saúde (SUS), da Previdência Social e do Ministério do Trabalho não são compartilhados.
Matéria completa: https://www.camara.leg.br/noticias/1264217-proposta-de-sistema-nacional-de-saude-do-trabalhador-pode-reduzir -mortes-e-doencas-no-trabalho-dizem-especialistas/ Fonte: Agência Câmara
A comissão era composta por representantes da empresa, dos empregados e dos sindicatos. Embora tenham participado das reuniões, votado contra a proposta e assinado a ata da deliberação, os representantes sindicais se recusaram a assinar o termo aditivo aprovado pela maioria dos membros da comissão.
O relator, ministro Alberto Balazeiro, explicou que a CSN e seus empregados optaram pelo procedimento da comissão paritária e, portanto, a comissão é um ambiente legítimo de negociação. Para o ministro, a recusa da assinatura não invalida o instrumento porque, nesse modelo de negociação, o sindicato atua como integrante da comissão, com direito a voto, e não como parte contratante.
Processo: RRAg-10269-24.2023.5.03.0054 Fonte: TST
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: Diap
Fonte: Agência Câmara
Fonte: Agência Brasil
Contexto A lei catarinense, sancionada no último mês de janeiro, proíbe políticas de cotas, reservas de vagas ou qualquer outra ação afirmativa baseada em critérios raciais. A regra é válida para instituições públicas estaduais ou que recebam verba do estado.
Fonte: Consultor Jurídico
Marcos Verlaine*
A grita empresarial, capitaneada por entidades como a CNI, repete roteiro conhecido: quase preguiçoso. Fala-se em colapso econômico, perda de competitividade, risco ao crescimento.
No Congresso, o cenário não é menos desolador. A resistência à proposta escancara a atuação de maioria informal comprometida com interesses patronais. Sob os eufemismos de “flexibilização” e “modernização”, parlamentares atuam para manter intacta a estrutura que penaliza justamente quem sustenta a economia real.
Os argumentos contrários à mudança ignoram, de forma conveniente, evidências internacionais e experiências concretas que apontam para ganhos de produtividade, melhora na saúde dos trabalhadores e até impactos positivos no emprego com a redução da jornada.
Ao forçar o debate via projeto de lei com urgência, o governo acerta ao expor o Congresso à luz do dia. Não haverá mais espaço para manobras silenciosas ou obstruções disfarçadas.
Fonte: Diap
Fonte: Diap
Fonte: Diap
Na simulação de primeiro turno, Lula lidera com 39,2% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30,2%. Os demais pré-candidatos aparecem com percentuais significativamente menores: - Ronaldo Caiado (PSD): 4,6% - Romeu Zema (Novo): 3,3% - Renan Santos (Missão): 1,8% - Aldo Rebelo (DC): 1,5% - Branco/nulo: 10,4% - Indecisos: 8,9%
A pesquisa também avaliou diferentes cenários de segundo turno. Na disputa direta entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 44,9%, contra 40,2% do senador. Nesse cenário, 11,3% declararam voto branco ou nulo, e 3,6% estão indecisos.
- Contra Romeu Zema: 45,2% a 31,6% - Em outro cenário com Zema: 44,4% a 32,7% - Contra Aldo Rebelo: 45,4% a 29,1% - Contra Renan Santos: 45% a 28,3%
O levantamento ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios, distribuídos pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, entre os dias 8 e 12 de abril. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02847/2026. Fonte: Brasil247
Fonte: Diap
Encerrada a Conclat, a próxima etapa será a Marcha a Brasília. Os trabalhadores irão em passeata até o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. Além de Lula, as entidades tentarão entregar a “Pauta da Classe Trabalhadora” aos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Fonte: Portal Vermelho
Fonte: Diap
. 36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT); . 18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção; . 12,3% consideram o emprego informal mais atrativo; . 10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais; . 9,3% preferem abrir o próprio negócio; . 6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ); . 20% não encontraram oportunidades atrativas.
Preferência entre jovens Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira. . 41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT; . 38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.
O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.
A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades. . 95% estão satisfeitos com o emprego atual; . 70% se dizem muito satisfeitos; . 4,6% estão insatisfeitos; . 1,6% muito insatisfeitos.
. 20% buscaram outro emprego
recentemente;
. 36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga; . 9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Brasil247
No restante do quadro macroeconômico, o mercado manteve em 1,85% a expectativa de crescimento do PIB em 2026, repetindo o mesmo número da semana anterior. Para 2027, a projeção permaneceu em 1,80%, e para 2028 e 2029 continuou em 2%.
Fonte: Congresso em Foco
Fonte: IBGE
Presidente Lula receberá lideranças sindicais ao final da marcha
A Pauta da Classe Trabalhadora é um documento elaborado de forma unitária pelas centrais sindicais. Resultado da CONCLAT realizada em abril de 2022, a pauta é atualizada todo ano, com as reivindicações e proposições prioritárias para o período e a conjuntura.
proposta de regulação da proteção dos trabalhadores e trabalhadoras mediados por aplicativos, entre outras.
- Retomada da política de valorização do salário
mínimo.
Além da atualização da Pauta da Classe Trabalhadora, as centrais sindicais também atualizaram a agenda sindical unitária no Congresso Nacional e no Judiciário. Os dois documentos trazem os projetos prioritários e de interesse dos trabalhadores em 2026, que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado, e os processos relevantes à classe trabalhadora no STF e TSE. As agendas serão entregues aos presidentes da Câmara, do Senado, do STF e do TSE, em data ser definida e informada.
Plenária CONCLAT e Marcha da Classe Trabalhadora Estacionamento do Teatro Nacional 15 abril, quarta-feira 8h -início da concentração 9h – Plenária - CONCLAT 11h – Saída da Marcha À tarde – Reunião com presidente Lula Fonte: NCST
Ao aderir ao voto de Gilmar, o ministro enfatiza que a Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou o texto em menos de dois meses, sem aprofundamento técnico e sem ouvir as universidades diretamente afetadas, como a Udesc.
Igualdade material O ministro também citou compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, como a Convenção Interamericana contra o Racismo, que impõe ao Estado a adoção de políticas de promoção da igualdade de oportunidades para grupos sujeitos à discriminação racial. Na avaliação dele, a interrupção abrupta da política catarinense configura afronta à vedação do retrocesso social e à própria construção da igualdade material prevista na Constituição.
Aprovada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina em dezembro de 2025 e sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL), a Lei 19.722/2026 proibiu a adoção de cotas e ações afirmativas com recorte étnico-racial no ensino superior público e em instituições que recebem recursos estaduais. O texto ainda fixou multa de R$ 100 mil por edital publicado em desacordo com a regra e, em caso de reincidência, autorizou o bloqueio de repasses públicos às instituições.
Processos: ADI 7927-DF, ADI 7925-DF e ADI 7926-DF Fonte: Congresso em Foco
Matéria completa: https://www.brasil247.com/economia/governo-vai-liberar-r-7-bilhoes-do-fgts-para-reduzir-dividas-das-familias-diz-ministro-do-trabalho
Fonte: Brasil247
Veja quem foi convidado e envie suas perguntas
Sâmia Bomfim afirma que há subnotificação de mortes e doenças relacionadas ao trabalho no Brasil, além da ausência de dados sobre trabalhadores informais, o que dificulta o diagnóstico da realidade e amplia os custos sociais e econômicos para o sistema público.
Fonte: Agência Câmara
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Diap
Fonte: Agência Sindical
mte-atualiza-201clista-suja201d-do-trabalho-analogo-a-escravidao-com-169-novos-empregadores Fonte: MTE
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/cesta-basica-fica-mais-cara-em-todas-capitais-brasileiras-em-marco
Fonte: Agência Brasil
Nenhum direito a menos Categoria unida é categoria forte! Fonte: Eletricitários
“Outro aspecto colocado aqui foi o da negociação coletiva, que está hoje muito esmorecida. Há uma fragilização dos movimentos sindicais. As reformas feitas no governo Temer foram um retrocesso lamentável. Há uma fragilização, não podemos falar no Brasil hoje de negociação coletiva porque o movimento sindical está fragilizado, e a classe trabalhadora fragilizada até pela questão da terceirização”, rebate o deputado Patrus Ananias (PT-MG), que foi advogado sindical e professor de Direito do Trabalho.
Fonte: Portal Vermelho
Matéria completa: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/abril/mte-lanca-canpat- 2026-com-foco-na-prevencao-de-riscos-psicossociais-no-trabalho-1 Fonte: MTE
Fonte: InfoMoney
Fonte: Agência Senado
O sindicato é, por natureza, uma escola. Não no sentido formal, mas como espaço vivo de aprendizado coletivo. É ali que os trabalhadores compreendem que sua condição não é individual, mas estrutural, coletiva.
Experiências acumuladas por entidades como o Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e Diesat (Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho) mostram que a formação sindical vai muito além da prática imediata.
As assembleias sindicais são, muitas vezes, o primeiro espaço real de exercício democrático para milhões de trabalhadores. Ali se debate, se diverge, se vota e se decide coletivamente.
O sindicalismo também atua na arena mais ampla da sociedade. Não apenas reage às políticas públicas, mas busca influenciá-las. Organiza mobilizações, pressiona o Legislativo, dialoga com o Executivo e participa de conselhos institucionais. Realiza eventos para a categoria profissional e econômica. Organiza o trabalhador para fazer luta coletiva.
O mundo do trabalho mudou. E o sindicalismo precisa acompanhar essa transformação. A chamada “4ª Revolução Industrial”, que trouxe consigo a precarização, a plataformização e os novos formatos de emprego e trabalho que exigem atualização constante.
O maior risco para o sindicalismo contemporâneo é a burocratização. Quando se afasta da base e se limita à rotina institucional, perde legitimidade e capacidade de mobilização.
Num país marcado por desigualdade estrutural — desequilíbrios e injustiças sociais crescentes —, o sindicalismo continua sendo uma das poucas instituições capazes de articular interesses coletivos a partir da base social.
Fonte: Diap
Além da discussão sobre a jornada de trabalho, Motta informou que o projeto que regulamenta os direitos dos trabalhadores de aplicativos deve ser votado já na próxima semana, tanto em comissão especial quanto no plenário.
O presidente da Câmara também comentou outros temas em tramitação. Sobre a indicação para o Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou que seguirá o rito regimental, com sabatina na Comissão de Finanças e votação em plenário. Por acordo político, deve apoiar o deputado Odair Cunha (PT-MG) para a vaga.
Fonte: Rádio Peão Brasil
Fonte: Agência Senado
A CCJ analisa duas propostas sobre o assunto: - a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/25, que prevê a adoção da carga semanal de quatro dias de trabalho e três dias de descanso; e - a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, que reduz de 44 para 36 horas a jornada semanal do trabalhador brasileiro.
A audiência atende a pedido do deputado Paulo Azi (União-BA), relator das propostas no colegiado. Segundo o parlamentar, as audiências públicas são etapa essencial para avaliar a constitucionalidade e a juridicidade dos textos.
Fonte: Agência Câmara
Fonte: Agência Brasil
Fonte: Agência Sindical
Clique aqui para ler o acórdão RR 1000946-14.2023.5.02.0051 Fonte: Consultor Jurídico
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara
https://www.diap.org.br/index.php/noticias/agencia-diap/92576-desafios-ao-sindicalismo Fonte: Diap
Fonte: Agência Sindical
ADPF 1.313 Fonte: Consultor Jurídico
Fonte: Diap
As centrais sindicais orientam, portanto, que sindicatos realizem atos diretamente em suas bases, promovendo mobilizações nos locais de trabalho e regiões de atuação, ampliando alcance.
Fonte: Rádio Peão Brasil
Em janeiro e fevereiro, o Caged registrou queda de 37,8% no acumulado de vagas formais. Foram 370.339 nos dois primeiros meses de 2026 contra 594.953 no mesmo período de 2025.
Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em fevereiro. - Serviços: 177.953 postos - Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 32.027 - Construção civil: 31.099 - Agropecuária: 8.123 - Comércio: 6.127
Destaques Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com a abertura de 79.788 postos formais. A categoria de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas abriu 48.132 vagas.
Matéria completa: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/brasil-cria-2553-mil-postos-de-trabalho-em-fevereiro-aponta-caged
Fonte: Agência Brasil
Debate com os trabalhadores A audiência pública “6×1 Não! Uma nova jornada pela vida e trabalho” foi convocada pelo deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT-SP). O evento foi aberto ao público e contou com a participação de representantes sindicais, especialistas e lideranças da sociedade civil.
Matéria completa: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/marco/luiz-marinho-defende-fim-da-escala-6x1-e-jornada-de-40-horas-sem-reducao-salarial Fonte: MTE
Entenda O projeto de lei foi aprovado no Senado no último dia 4. O tema, entretanto, era debatido no Congresso Nacional há 19 anos, depois de ser apresentado pela ex-senadora Patrícia Saboya, em 2007, e relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA).
Fonte: Agência Brasil
A nova licença-paternidade terá impacto no Orçamento de 2027 em razão do aumento gradual do benefício — dos cinco dias atuais para dez dias em 2027, 15 em 2028 e 20 dias em 2029. A LCP 229 ajusta a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e retira os gastos com salário-paternidade pagos pelo INSS do limite para aumento de despesas imposto pelo Novo Arcabouço Fiscal, viabilizando a aplicação da nova licença. Fonte: Agência Senado
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